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Caracterização dos eventos de ressurgência em Cabo Frio por meio dos dados de uma boia meteoceanográfica do Programa Nacional de Boias (PNBoia)
Identificadores del recurso
https://www.portaldeperiodicos.marinha.mil.br/index.php/anaishidrograficos/article/view/5215
Procedencia
(Anais Hidrográficos)

Ficha

Título:
Caracterização dos eventos de ressurgência em Cabo Frio por meio dos dados de uma boia meteoceanográfica do Programa Nacional de Boias (PNBoia)
Tema:
TSM
Ressurgência costeira
ACAS
Transporte de Ekman
Camada de Ekman
Percentual de massa d’água
Descripción:
Por meio da análise temporal dos dados de Temperatura da Superfície do Mar (TSM) obtidos pela boia "Cabo Frio" do PNBOIA, localizada em frente a Arraial do Cabo, a 3 km da costa, dos dados de ventos do modelo ERA5 (reanálise) e da identificação de períodos em que a TSM esteve igual ou inferior a 18°C, foi possível caracterizar 16 eventos de ressurgência costeira. A maioria destes eventos ocorreu na primavera (5) e no verão (6). As direções dos ventos que induziram estes eventos foram predominantemente de nordeste (35° - 65°), com uma frequência de 43%. Sob a influência destes ventos de nordeste, o maior tempo decorrido para que a TSM resfriasse até 18°C foi de 87 h, no inverno, provavelmente porque quando o vento entrou no primeiro quadrante a Água Central do Atlântico Sul (ACAS) estava mais distante da costa e em regiões mais profundas. Na primavera e no verão, por outro lado, estes tempos de resposta foram menores. A média sazonal da TSM variou inversamente com a frequência, a duração e intensidade térmica dos eventos, sendo mínima na primavera, quando ocorreram os eventos mais longos e frios. O transporte de Ekman foi para sudeste, sendo as componentes meridionais (offshore) maiores do que as componentes zonais. Durante os eventos de ressurgência, com a intensificação do vento, houve uma consequente intensificação do transporte de Ekman e da camada de Ekman, com resfriamento da TSM. Durante dez eventos de ressurgência, a camada de Ekman ocupou toda a coluna d’água, indicando o preenchimento desta pela ACAS. A partir desta análise, é possível observar que a intensidade térmica dos eventos de ressurgência depende da duração do vento, da posição em que a ACAS se encontra na plataforma continental quando o vento entra no primeiro quadrante e do percentual de massa que a ACAS apresenta nesta posição.
Fuente:
Anais Hidrográficos; v. 77 n. 1 (2021): Anais Hidrográficos; 106-132
0373-9260
Idioma:
Portuguese
Relación:
https://www.portaldeperiodicos.marinha.mil.br/index.php/anaishidrograficos/article/view/5215/5081
Autor/Productor:
Coelho, Alexandre Luiz
Sena Oliveira, Thaise
Marques Coelho Borba, Juliana
Santos Furtado, Thalita Mirian
Araújo Correia Lima, Eduardo José
da Paixão Marques, Hélio Jorge
Editor:
Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN)
Derechos:
Copyright (c) 2023 Anais Hidrográficos
Fecha:
2023-12-07
Tipo de recurso:
info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Formato:
application/pdf

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