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A review and classification of technology readiness assessment techniques based on TRL scale
Identificadores del recurso
http://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/11602
10.52781/cmm.a121
Procedencia
(Coleção Meira Mattos: Revista das Ciências Militares)

Ficha

Título:
A review and classification of technology readiness assessment techniques based on TRL scale
Una revisión y clasificación de las técnicas de medición de la madurez tecnológica basadas en la escala TRL
Uma revisão e classificação das técnicas de avaliação de prontidão tecnológica baseadas na escala TRL
Tema:
TRL
Technology Readiness Levels
TRA
Technology Readiness Assessment
escala de madurez tecnológica
evaluación de madurez tecnológica
Nível de Prontidão tecnológica
Avaliação de Prontidão Tecnológica
Descripción:
The Technology Readiness Levels (TRL) emerged in the late 1970s, proposed by the National Aeronautics and Space Administration (NASA). There are nine levels that seek to measure the maturity of a technology or product. The process that aims to assess the TRL level of a technology or product is called Technology Readiness Assessment (TRA). In the early 2000s, the TRL scale began to be used by industry and governments around the world, leading to an increase in the importance of TRA. Given this scenario, this work aimed to investigate the existing approaches in the literature for the execution of TRA based on the TRL scale. For that, a systematic review of the literature was conducted on scientific article databases and thesis and dissertation repositories. As a result of the review, three groups of approaches were identified: one based on human experts, another that uses a calculator to support the expert, and, finally, a third that uses semi-automatic or automatic tools, such as bibliometric indicators and text mining algorithms. The study identified the advantages and disadvantages of each of these approaches, as well as gaps still open in the literature.
La Escala de Madurez Tecnológica (TRL) fue propuesta por la Agencia Espacial Estadounidense (NASA) a fines de los años 1970. Se divide en nueve niveles que buscan medir la madurez de una tecnología o producto. El proceso que determina el nivel TRL de una tecnología o producto se denomina Evaluación de Madurez Tecnológica (EMT). A principios de los años 2000, la escala TRL comenzó a ser utilizada por la industria y los gobiernos de todo el mundo, lo que hizo que la EMT ha cobrado relevancia. En este contexto, este estudio tuvo como objetivo realizar una búsqueda en la literatura acerca de los enfoques existentes para la ejecución de la EMT basada en la escala TRL. Para ello, se realizó una revisión sistemática de la literatura basada en artículos científicos y repositorios de tesis. Como resultado, se identificaron tres grupos de enfoques: el enfoque basado en expertos humanos, el que utiliza una calculadora para apoyo del experto y el enfoque que emplea herramientas semiautomáticas o automáticas, como indicadores bibliométricos y algoritmos de minería de texto. Este estudio permitió recopilar las ventajas y desventajas de cada uno de estos enfoques, además de conocer lagunas aún abiertas en la literatura.
Os Níveis de Prontidão Tecnológica (TRL) surgiram no final da década de 1970, propostos pela Agência Espacial Americana (NASA). São nove níveis que buscam mensurar a maturidade de uma tecnologia ou produto. O processo que visa avaliar o nível TRL de uma tecnologia ou produto é denominado Avaliação de Prontidão Tecnológica (APT). No início dos anos 2000, a escala TRL passou a ser utilizada pela indústria e por governos ao redor do mundo, fazendo com que a APT crescesse de importância. Diante desse cenário, este trabalho teve como objetivo investigar na literatura as abordagens existentes para a execução da APT baseada na escala TRL. Para tanto, foi conduzida uma revisão sistemática da literatura em bases de artigos científicos e repositórios de teses e dissertações. Fruto da revisão, foram identificados três grupos de abordagens: uma baseada em especialistas humanos, outra que utiliza calculadora em apoio ao especialista e, por fim, uma terceira que emprega ferramentas semiautomáticas ou automáticas, como indicadores bibliométricos e algoritmos de mineração de texto. O estudo possibilitou o levantamento de vantagens e desvantagens de cada uma dessas abordagens, além de lacunas ainda em aberto na literatura.nsurar a maturidade de uma tecnologia ou produto. O processo que visa avaliar o nível TRL de uma tecnologia ou produto é denominado Avaliação de Prontidão Tecnológica (APT). No início dos anos 2000, a escala TRL passou a ser utilizada pela indústria e governos ao redor do mundo, fazendo com que a APT crescesse de importância. Diante deste cenário, este trabalho teve como objetivo investigar na literatura as abordagens existentes para a execução da APT. Para tanto, foi conduzida uma revisão sistemática da literatura em cinco bases de pesquisa, analisando 180 artigos. Foram identificados três grupos de abordagens: uma baseada em especialistas humanos, outra que utiliza calculadora em apoio ao especialista, e por fim, uma terceira que emprega ferramentas semiautomáticas ou automáticas, como indicadores bibliométricos e algoritmos de mineração de texto. O estudo possibilitou o levantamento de vantagens e desvantagens de cada uma dessas abordagens, além de lacunas ainda em aberto na literatura.
Fuente:
Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares; Vol. 18 No. 61 (2024): Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares; 49-76
Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares; Vol. 18 Núm. 61 (2024): Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares; 49-76
Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares; v. 18 n. 61 (2024): Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares; 49-76
2316-4891
Idioma:
Portuguese
English
Spanish; Castilian
Relación:
http://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/11602/9920
http://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/11602/10090
http://ebrevistas.eb.mil.br/RMM/article/view/11602/10091
Autor/Productor:
Neves Voltan, José Luiz
Girardi, Rômullo
Galdino, Juraci Ferreira
Goldschmidt , Ronaldo Ribeiro
Editor:
Escola de Comando e Estado-Maior do Exército
Derechos:
Copyright (c) 2024 José Luiz Neves Voltan, Rômullo Girardi, Juraci Ferreira Galdino, Ronaldo Ribeiro Goldschmidt
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
Fecha:
2024-02-17
Tipo de recurso:
info:eu-repo/semantics/article
info:eu-repo/semantics/publishedVersion
Avaliado pelos pares
Formato:
application/pdf

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    22. < dc:description lang =" pt-BR " > Os Níveis de Prontidão Tecnológica (TRL) surgiram no final da década de 1970, propostos pela Agência Espacial Americana (NASA). São nove níveis que buscam mensurar a maturidade de uma tecnologia ou produto. O processo que visa avaliar o nível TRL de uma tecnologia ou produto é denominado Avaliação de Prontidão Tecnológica (APT). No início dos anos 2000, a escala TRL passou a ser utilizada pela indústria e por governos ao redor do mundo, fazendo com que a APT crescesse de importância. Diante desse cenário, este trabalho teve como objetivo investigar na literatura as abordagens existentes para a execução da APT baseada na escala TRL. Para tanto, foi conduzida uma revisão sistemática da literatura em bases de artigos científicos e repositórios de teses e dissertações. Fruto da revisão, foram identificados três grupos de abordagens: uma baseada em especialistas humanos, outra que utiliza calculadora em apoio ao especialista e, por fim, uma terceira que emprega ferramentas semiautomáticas ou automáticas, como indicadores bibliométricos e algoritmos de mineração de texto. O estudo possibilitou o levantamento de vantagens e desvantagens de cada uma dessas abordagens, além de lacunas ainda em aberto na literatura.nsurar a maturidade de uma tecnologia ou produto. O processo que visa avaliar o nível TRL de uma tecnologia ou produto é denominado Avaliação de Prontidão Tecnológica (APT). No início dos anos 2000, a escala TRL passou a ser utilizada pela indústria e governos ao redor do mundo, fazendo com que a APT crescesse de importância. Diante deste cenário, este trabalho teve como objetivo investigar na literatura as abordagens existentes para a execução da APT. Para tanto, foi conduzida uma revisão sistemática da literatura em cinco bases de pesquisa, analisando 180 artigos. Foram identificados três grupos de abordagens: uma baseada em especialistas humanos, outra que utiliza calculadora em apoio ao especialista, e por fim, uma terceira que emprega ferramentas semiautomáticas ou automáticas, como indicadores bibliométricos e algoritmos de mineração de texto. O estudo possibilitou o levantamento de vantagens e desvantagens de cada uma dessas abordagens, além de lacunas ainda em aberto na literatura. </ dc:description >

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