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< dc:title lang =" en-US " > A polka dedicated to an “Bravo official of the Brazilian Navy” for the Passage of Humaitá </ dc:title >
< dc:title lang =" pt-BR " > Uma polka dedicada a um “Bravo official da Armada brasileira” pela Passagem de Humaitá </ dc:title >
< dc:creator > Santos, Anderson de Rieti Santa Clara dos </ dc:creator >
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< dc:description lang =" en-US " > This article aims to understand the construction of naval figures from a narrative woven in the composition of the passage Humaitá-polka offered to the then Lieutenant Captain Arthur Silveira da Motta, commander of one of the ships that surpassed the fortress considered strategic both for the Paraguayans, who took advantage of the geographical conditions to further strengthen their defensive system, and to the allies, who saw in the conclusion of the forcing the possibility of achieving the goal of deposing the Paraguayan government and then ending the War of the Triple Alliance (1864-1870). Authored by Maria Guilhermina de Noronha e Castro, the composition of 1868, the year in which the passage through Humaitá took place, raises reflections on aspects related to the interface between music and war, such as the relations between artists and the military, revealing the way in which construct narratives that carve national heroes and figures. </ dc:description >
< dc:description lang =" pt-BR " > Este artigo visa a compreender a construção de vultos navais a partir de uma narrativa tecida na composição da música Passagem de Humaitá – polka oferecida ao então Capitão-Tenente Arthur Silveira da Motta, comandante de um dos navios que ultrapassaram a fortaleza considerada estratégica tanto para os paraguaios, que se aproveitaram das condições geográficas para robustecer ainda mais seu sistema defensivo, quanto para os aliados, que viam na conclusão do forçamento a possibilidade de atingir o objetivo de depor o governo paraguaio e, em seguida, dar fim à Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870). De autoria de Maria Guilhermina de Noronha e Castro, a composição de 1868, ano em que ocorreu a passagem por Humaitá, suscita reflexões sobre aspectos relacionados à interface entre música e guerra, a exemplo das relações entre artistas e militares, revelando a maneira como se constroem narrativas que esculpem vultos e heróis nacionais. </ dc:description >
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