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< dc:title lang =" en-US " > Anti WT1 antiboby application's in the diagnosis of melanocític diseases </ dc:title >
< dc:title lang =" pt-BR " > Aplicação do anticorpo anti WT1 no diagnóstico de lesões melanocíticas </ dc:title >
< dc:creator > Bastos Junior, Cesar </ dc:creator >
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< dc:description lang =" en-US " > INTRODUCTION: Several studies seek to define markers for differentiating benign and malignant melanocitic diseases. In 2006, merge the firsts studies investigating the role of the anti WT1, with contradictory results. OBJECTIVES: To describe the positivity patterns for anti WT1, related to size, age, sex, positivity percentuals, distribution and intensity; to verify these variables' accuracy to predict melanoma's diagnosis. MATERIAL AND METHODS: Were analyzed 249 skin biopsies of melanocitic lesions in patients of both sexes, in addition to clinical data, morphological and immunohistochemical p o s i t i v i t y f o r a n t i W T 1 . RESULTS/DISCUSSION: Most melanomas (69.1%) was found in males; 71% of lesions with more than 75% of positive cells (p < 0.001) were melanomas. The dermal and junctional distribution and intensity, showed little difference, especially in the dermis; very large confidence intervals (CI), confirmed the low precision of these variables. Only positivity above 75% of cells, age and sex, showed greater diagnostic chance (Odds Ratio-OR: 3.25; OR: 1; 07 and OR: 2.41; p = 0.003). The sensitivity and specificity for more than 75% of cells were 57% (48%-65%) and 78.1% (70%-84%) - IC: 95%, respectively. Most nevi showed dermal positivity (focal or diffuse, strong or weak). The melanomas showed greater junctional positivity, similar to previous studies. CONCLUSION: These results showed intermediate accuracy using the anti WT-1, lower than that observed with traditional antibodies; considering this, the insertion of the anti WT1 in a joint panel, may contribute to the diagnostic decision. Ke ywords: Immunohistochemistr y. Melanoma.WT1 proteins. </ dc:description >
< dc:description lang =" pt-BR " > Diversos estudos procuram definir marcadores, para diferenciar lesões melanocíticas benignas e malignas. Em 2006, surgem os primeiros estudos sobre o papel do anti WT1, com resultados contraditórios. OBJETIVOS: Descrever padrões de marcação pelo anti WT1, relativos a tamanho, idade, sexo, percentuais de marcação, distribuição e intensidade; verificar a acurácia destas variáveis e o aumento na chance de diagnóstico de melanoma. MATERIAL E MÉTODOS: Foram analisadas 249 biópsias cutâneas de lesões melanocíticas, em pacientes de ambos os sexos, além dos dados clínicos, morfológicos e de imuno-histoquímica para anti WT1. RESULTADOS/DISCUSSÃO: A maior parte dos melanomas (69,1%) foi encontrada no sexo masculino; 71% das lesões com mais de 75% de células marcadas eram melanomas (p<0,001). A distribuição e intensidade, dérmica e juncional, mostraram pouca diferença no padrão de marcação, principalmente na derme; intervalos de confiança (IC) muito amplos confirmaram a baixa precisão destas variáveis. Apenas percentual acima de 75%, idade e sexo, mostraram maior chance diagnóstica (OddsRatio - OR:3,25; OR:1;07 e OR:2,41; p=0,003). A sensibilidade e especificidade para percentual acima de 75% foram 57% (48% – 65%) e 78,1% (70% – 84%) – IC: 95%, respectivamente. A maior parte dos nevos mostrou marcação dérmica (focal ou difusa, forte ou fraca). Os melanomas mostraram maior positividade juncional, semelhante a estudos prévios. CONCLUSÃO: Os resultados revelaram acurácia intermediária com a utilização do anti WT1, inferior ao observado com anticorpos tradicionais; acredita-se que a inserção do anti WT1 em um painel conjunto, possa contribuir na decisão diagnóstica. </ dc:description >
< dc:publisher lang =" pt-BR " > Diretoria de Saúde da Marinha </ dc:publisher >
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