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< dc:title lang =" pt-BR " > Calendário vacinal dos militares do Exército Brasileiro no Brasil uma proposta de atualização </ dc:title >
< dc:creator > Almeida, Julianna Medeiros de </ dc:creator >
< dc:creator > Costa, Vanessa Santos </ dc:creator >
< dc:subject lang =" pt-BR " > Vacinas. Imunização. Militares. Programas de Imunização. </ dc:subject >
< dc:description lang =" pt-BR " > Ao longo do tempo, os militares foram vetores e portadores de patógenos infecciosos, o que levou a muitas mortes de militares em combate por doenças infecciosas até a Segunda Guerra Mundial. Neste contexto, as vacinas começaram a ser criadas, a fim de reduzir os impactos causados por epidemias avassaladoras, como uma solução econômica para garantir que os militares permaneçam saudáveis e sempre prontos para o combate. A profissão militar é considerada de risco quando atuam em missões em regiões com riscos epidemiológicos e com possibilidades de surtos causados por doenças imunopreveníveis. Este estudo tem por objetivo apresentar uma proposta de atualização do calendário vacinal dos oficiais e praças do Exército Brasileiro, necessária para a sua atividade laboral habitual e nas missões realizadas no Brasil, identificando quais seriam as vacinas necessárias para os militares e quais não estão sendo contempladas atualmente no calendário vacinal. Realizou-se um estudo qualitativo, observacional, sobre o calendário vacinal dos militares, oficiais e praças, do Exército Brasileiro, de ambos os sexos, de 20 a 59 anos, em 2019, no Brasil. Foram utilizadas as bases de dados: US National Library of Medicine (PubMed), Scientific Eletronic Library Online (SciELO) e Google Acadêmico. Utilizou-se as palavras-chaves “Vacinas”, “Imunização”, “Militares” e “Programas de Imunização”, de forma isolada ou combinada. Utilizou-se também como base teórica os manuais, boletins e livros. Concluiu-se com este estudo que além das vacinas presentes atualmente no calendário de vacinação do militar no território nacional, outras vacinas como de Hepatite A, Varicela, Dengue e VIP deveriam ser acrescentadaspara as atividades laborais habituais. E, para as missões realizadas no Brasil, deveriam ser acrescentadas as vacinas de Raiva, Febre Tifoide, Meningocócicas B e ACWY. </ dc:description >
< dc:publisher lang =" pt-BR " > Escola de Saúde do Exército </ dc:publisher >
< dc:date > 2020-06-18 </ dc:date >
< dc:type > info:eu-repo/semantics/article </ dc:type >
< dc:type > info:eu-repo/semantics/publishedVersion </ dc:type >
< dc:format > application/pdf </ dc:format >
< dc:identifier > http://ebrevistas.eb.mil.br/RCEsSEx/article/view/5043 </ dc:identifier >
< dc:source lang =" pt-BR " > EsSEX: Revista Científica; v. 3 n. 4 (2020): EsSEx: Revista Científica; 24-34 </ dc:source >
< dc:source > 2675-1445 </ dc:source >
< dc:source > 1983-845X </ dc:source >
< dc:language > por </ dc:language >
< dc:relation > http://ebrevistas.eb.mil.br/RCEsSEx/article/view/5043/4319 </ dc:relation >
< dc:rights lang =" pt-BR " > Copyright (c) 2020 EsSEX: Revista Científica </ dc:rights >
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