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< dc:description lang =" en-US " > At a time when Europe is confronted with the return of thousands of European foreign fighters who have previously traveled to Syria and Iraq, joining the self-proclaimed Islamic State there, and when the terrorist attacks of islamist matrix are increasingly repeated in the old continent, perpetrated by cells of endogenous terrorism or by individuals acting independently, it is important to reflect on the process that underlies these phenomena: the radicalization. Indeed, contrary to what happened in previous decades, when the majority of radical Islamists operating in Europe were immigrants from Muslim countries, today i tis found that a growing number relates to young European Muslims who, although having connections to Islam (being sons or grandsons of immigrants from Muslim countries), were born and raised in the West. Thus, we question the factors and dynamics that lead these individuals to adopt radical views of Islam and, in the limit, to commit an attack against their own country. This retreat to the radicalization process, and the understanding of the dynamics responsible for the transformation of individuals beyond suspicion into radicals and potential terrorists, is vital and indispensable for the development of effective counterterrorism strategies. </ dc:description >
< dc:description lang =" pt-PT " > Num momento em que a Europa se confronta com o retorno de milhares de combatentes estrangeiros europeus que anteriormente viajaram para a Síria e para o Iraque, juntando-se aí ao autoproclamado Estado Islâmico, e em que cada vez mais se repetem os atentados terroristas de matriz islamista no velho continente, perpetrados por células de terrorismo endógeno ou por indivíduos que atuam de forma independente, importa refletir sobre o processo que está na base destes fenómenos: a radicalização. De facto, ao contrário do que aconteceu em décadas anteriores, em que a maioria dos islamistas radicais a operar na Europa eram imigrantes de países muçulmanos, hoje constata-se que um número cada vez maior diz respeito a jovens europeus muçulmanos que, embora tenham conexões ao Islão (sendo filhos ou netos de imigrantes provenientes de países muçulmanos), nasceram e cresceram no ocidente. Assim, questionamo-nos acerca dos fatores e dinâmicas que levam estes indivíduos a adotarem visões radicais do Islão e, no limite, a cometerem um atentado contra o seu próprio país. Este recuo até ao processo de radicalização, e a compreensão das dinâmicas responsáveis pela transformação de indivíduos fora de qualquer suspeita em radicais e potenciais terroristas, configura-se como algo vital e indispensável para o desenvolvimento de estratégias eficazes de contraterrorismo. </ dc:description >
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