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< dc:title lang =" en-US " > 2022: THE POLITICAL EMANCIPATION OF BRAZIL (1822) AND THE BEGINNING OF DISENGAGEMENT FROM EUROCENTRIC MODEL ON ARTS AND LITERATURE (1922) </ dc:title >
< dc:title lang =" es-ES " > 2022: LA EMANCIPACIÓN POLÍTICA DE BRASIL (1822) Y EL INICIO DE LA LIBERACIÓN DEL MODELO EUROCÉNTRICO EN LAS ARTES Y LITERATURA (1922) </ dc:title >
< dc:title lang =" pt-BR " > 2022: A EMANCIPAÇÃO POLÍTICA DO BRASIL (1822) E O INÍCIO DE LIBERTAÇÃO DO MODELO EUROCÊNTRICO NAS ARTES E NA LITERATURA (1922) </ dc:title >
< dc:creator > Reis da Silva, Maria Célia Barbosa </ dc:creator >
< dc:description lang =" en-US " > This text intends to shed light on the Modern Art Week, which occurred in the year of the centenary of Brazil’s independence and was an artistic-cultural manifestation that took place at the Municipal Theater of São Paulo, a temple of European art frequented by the elite. This Week was marked by the contradictions of its participants, starting with its patron Paulo Silva Prado, heir to an important family from São Paulo, backed by businesses linked to coffee farming and investment in the banking, industrial and real estate sectors. The writers and artists participating in the Modern Art Week flirted with fascist, socialist and anarchist ideologies, but they had in common the desire to review Brazilian culture and identity from a national perspective, recovering our roots. The article also seeks to promote a dialogue between the centenary of the Week of 1922 and the bicentennial of the Independence of Brazil and to provoke reflections about the political emancipation of Brazil, observed as a process in motion, since the commands of the rich and the elite grant privilege, in part, to the idle people, whose earnings, in the past, came from the slaves and today from the excluded people who struggle to survive despite adversity. </ dc:description >
< dc:description lang =" es-ES " > Este texto pretende arrojar luz sobre la Semana de Arte Moderna, ocurrida en el año del centenario de la independencia, manifestación artístico-cultural que tuvo lugar en el Teatro Municipal de São Paulo, templo del arte europeo frecuentado por la élite. Esta Semana fue marcada por las contradicciones de sus participantes, comenzando por su mecenas Paulo Silva Prado, heredero de una importante familiapaulista, respaldada por negocios vinculados a la caficultura, inversiones en los sectores bancario, industrial e inmobiliario. Los escritores y artistas participantes de la Semana simpatizaban con las ideologías fascista, socialista y anarquista,pero tenían en común el deseo de revisar la cultura y la identidad brasileña desde una perspectiva nacional, recuperando nuestras raíces. El artículo también busca promover un diálogo entre el centenario de la Semana y el bicentenario de la Independencia de Brasil y provocar reflexiones sobre la emancipación política de Brasil, observada como un proceso en marcha, ya que los mandos de los ricos y los privilegios de las élites en el pasado provenían de los esclavos y hoy de los excluidos que luchan por sobrevivir a pesar de la adversidad. </ dc:description >
< dc:description lang =" pt-BR " > Este texto pretende lançar luzes sobre a Semana de Arte Moderna, ocorrida no ano do centenário da independência, manifestação artístico-cultural ocorrida no Teatro Municipal de São Paulo, templo de arte europeia frequentado pela elite. Essa Semana foi marcada pelas contradições de seus participantes, a começar pelo seu mecenas Paulo Silva Prado, herdeiro de importante família paulistana, com lastro em negócios vinculados à cafeicultura e ao investimento nos setores bancário, industrial e imobiliário. Os escritores e os artistas partícipes da Semana flertavam com ideologias fascistas, socialistas, anarquistas, mas tinham em comum o anseio de rever a cultura e a identidade brasileira no viés nacional, recuperando nossas raízes. O artigo busca também propiciar um diálogo entre o centenário da Semana de 1922 com o bicentenário da Independência do Brasil e provocar reflexões acerca da emancipação política do Brasil, observada como um processo em movimento, já que os mandos dos ricos e da elite privilegiam, em parte, os ociosos, cujos ganhos, no passado, advêm dos escravos e hoje dos excluídos que lutam para sobreviver apesar das adversidades. </ dc:description >
< dc:publisher lang =" pt-BR " > Editora da ESG </ dc:publisher >
< dc:date > 2024-07-19 </ dc:date >
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