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< subfield label =" a " > Derechos de autor 2016 De Relaciones Internacionales, Estrategia y Seguridad </ subfield >
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< entry > 2021-07-21T07:13:13Z </ entry >
< organization > Universidad Militar Nueva Granada </ organization >
< organization > Vol. 11 Núm. 2 (2016): Revista de Relaciones Internacionales, Estrategia y Seguridad; 93-109 </ organization >
< title > África, la nueva frontera estratégica en el desarrollo global: la geopolítica de Cabo Verde en el contexto de la CEDEAO </ title >
< author > Monteiro, Nataniel Andrade; Centro de Investigação em Desenvolvimento Local e Ordenamento do Território (CIDLOT- Uni-CV), Universidade de Cabo Verde </ author >
< date > 2016-06-01 </ date >
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< keyword > Cabo Verde </ keyword >
< keyword > CEDEAO </ keyword >
< keyword > desarrollo </ keyword >
< keyword > geopolítica </ keyword >
< keyword > integración regional. </ keyword >
< language > pt_BR </ language >
< abstract > El artículo busca comprender los desafíos del desarrollo que se imponen a Cabo Verde, pasados los treinta y ocho años de la firma del Tratado Constitutivo para su integración en la Comunidad Económica de los Estados de África Occidental (CEDEAO). El raciocinio céntrico de la estrategia de Cabo Verde después de la independencia pasó por una apuesta activa en las relaciones internacionales, esencialmente en la movilización de la ayuda pública para el desarrollo. Esta movilización basada en la aceptación de las obligaciones internacionales y de los principios de la reciprocidad diplomática, expresamente con Europa, los Estados Unidos de América y China. Procedemos a una investigación exploratoria que es complementada por un análisis interpretativa, de modo a responder a las cuestiones clave de esta investigación. Como recomendación geoestratégica, creemos que en un contexto sacudido por la crisis financiera internacional que ha afectado directa o indirectamente los compañeros estratégicos de Cabo Verde. Sería ventajoso que el archipiélago (re)centralizase su geopolítica de integración en África, particularmente en el ámbito de la Comunidad Económica de los Estados de África Occidental, aprovechando el continente como nueva frontera de desarrollo. </ abstract >
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